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Gerador de UTM grátis, com prévia do canal no GA4

Monte o link com UTM, veja em que canal do GA4 ele deve cair e use os parâmetros dinâmicos do Meta, do Google Ads e do TikTok. Sem cadastro.

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Monte seu link

Modelos

O modelo preenche origem e mídia com valores que o GA4 reconhece. O nome de campanha que você digitar nunca é sobrescrito.

obrigatório

A página onde a pessoa vai chegar. Pode colar com ou sem https://. Se o link já tiver UTMs e os campos abaixo estiverem vazios, a gente passa os valores para eles.

Obrigatórios
obrigatório

Quem manda o tráfego: facebook, instagram, google, newsletter. Use o nome da lista do GA4; meta não está nela.

obrigatório

Como o tráfego chega: cpc, paid_social, social, email, affiliate. É a mídia que separa pago de orgânico no GA4.

obrigatório

O nome que você vai filtrar depois. Diga o quê e quando. Nenhum modelo sobrescreve o que você digitar aqui.

Opcionais
opcional

Palavra-chave ou público. No Google Ads, a palavra-chave; no Meta, o conjunto de anúncios.

opcional

Qual anúncio, criativo ou link. É o campo que responde "qual peça trouxe a visita".

Formatação dos valores

Vale só para os valores das UTMs. O link de destino e os parâmetros dinâmicos nunca são alterados.

Link completo

Preencha o link de destino, a origem, a mídia e a campanha. O link aparece aqui enquanto você digita.

Só os parâmetros

Para colar em Parâmetros de URL (Meta e TikTok) ou em Sufixo de URL final (Google Ads).

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Canal no GA4

Estimativa

O canal aparece quando origem e mídia estiverem preenchidas.

Estimativa pelas regras do grupo de canais padrão do GA4.

Calculado com as regras publicadas pelo Google e com a lista oficial de origens (versão de 2023). O GA4 pode reconhecer variações que não estão na lista, e propriedades com grupo de canais personalizado seguem as próprias regras.

Seus últimos links

Salvos só neste navegador. Ninguém mais vê, nem a gente. Guardamos os últimos 20.

Nenhum link por aqui ainda. Os links que você copiar aparecem nesta lista, só neste navegador.

    No Console do Supreme, os links que você monta na seção Campanhas ficam salvos no seu próprio Node, não no nosso sistema. Comece grátis

    Como criar um link com UTM em 3 passos

    1. Cole o link de destino. É a página onde a pessoa deve chegar. Se o link já tiver UTMs, de uma campanha antiga ou de um link que alguém te mandou, e os campos ainda estiverem vazios, o gerador lê os valores e passa para os campos. Por isso ele também serve para decifrar um link com UTM. Os outros parâmetros do endereço ficam exatamente como estão.
    2. Escolha um modelo e dê nome à campanha. O modelo preenche origem e mídia com valores que o GA4 reconhece. A campanha é sempre sua: nenhum modelo sobrescreve o nome que você digitou. Termo e conteúdo são opcionais, mas é o conteúdo que separa um criativo do outro na hora de descobrir o que vendeu.
    3. Confira o canal e copie. O selo mostra em que canal do GA4 o link deve cair, e os pontos de atenção apontam o que vai dar problema no relatório antes de o link ir para o ar. Copie o link completo ou, se for colar numa plataforma de anúncios, só os parâmetros.

    Tudo acontece no seu navegador, e os últimos 20 links copiados ficam guardados só nele.

    O que são parâmetros UTM e para que serve cada um

    UTM é um conjunto de parâmetros que você pendura no fim de um link para dizer de onde veio a visita. Quem lê é a ferramenta instalada na página, seja o GA4, seja o Supreme, e ela grava esses valores junto com a visita. Sem UTM, sobra o referenciador (o endereço de onde a pessoa veio), que não diz qual campanha, qual anúncio ou qual e-mail trouxe a pessoa.

    São cinco parâmetros:

    Parâmetro O que responde Exemplo Neste gerador
    utm_source Quem mandou o tráfego facebook, google, newsletter obrigatório
    utm_medium Como ele chegou: pago, orgânico, e-mail paid_social, cpc, email obrigatório
    utm_campaign Qual ação ou oferta lancamento_maio_2026 obrigatório
    utm_term Palavra-chave ou público {keyword}, publico_frio opcional
    utm_content Qual anúncio, criativo ou link {{ad.id}}, botao_topo opcional

    Para o GA4, origem e mídia são o que decide o canal. O construtor do próprio Google marca as duas como obrigatórias e pede um nome ou um ID de campanha. Aqui a campanha também é obrigatória, porque é por ela que você vai filtrar depois.

    Existe ainda o utm_id, que liga a visita a dados de custo importados. O gerador não mexe nele: se o destino já tiver um, ele fica, e você recebe um aviso.

    O gerador também cuida de dois detalhes: usa sempre a mesma ordem (source, medium, campaign, term, content) e codifica espaço como %20, a forma que Meta, Google Ads e GA4 usam nos próprios exemplos.

    Em que canal do GA4 o seu link vai cair

    A UTM não tem um campo "canal". O GA4 calcula o canal a partir da origem, da mídia e, em dois casos, do nome da campanha, passando por uma lista de regras em ordem. A primeira regra que bate decide. Duas peças fazem quase todo o trabalho:

    • A mídia paga. Conta como paga qualquer mídia que contenha cp (cpc, cpm, cpa), que seja ppc ou retargeting, ou que comece com paid.
    • A lista de origens. O Google publica uma lista com 819 origens classificadas como social, busca, vídeo ou shopping. facebook, fb, instagram, ig, whatsapp e tiktok são social. google e bing são busca. youtube é vídeo.

    Juntando as duas: origem social com mídia paga dá Paid Social. Origem de busca com mídia paga dá Paid Search. Mídia paga com uma origem que não está em lista nenhuma dá Paid Other. Na prática:

    utm_source utm_medium Canal no GA4
    facebook paid_social Paid Social
    meta paid_social Paid Other
    google cpc Paid Search
    tiktok paid_social Paid Social
    youtube cpc Paid Video
    instagram social Organic Social
    youtube video Organic Video
    newsletter email Email
    newsletter newsletter Unassigned
    partner affiliate Affiliates
    partner affiliates Unassigned
    telegram message Unassigned

    A armadilha do meta

    A empresa se chama Meta e o Gerenciador de Anúncios é da Meta, então muita gente, e o padrão que muita ferramenta ensina, usa utm_source=meta. Só que meta não está na lista de origens sociais do Google. Com paid_social, o link cai em Paid Other, e o investimento em Facebook e Instagram some do canal Paid Social justamente no relatório que você mostra para o cliente. O mesmo acontece com insta, kwai, threads e x, e com msg e an, que o {{site_source_name}} da Meta devolve para cliques do Messenger e da Audience Network. Use facebook ou instagram.

    Maiúsculas: o que quebra de verdade

    Você já deve ter lido que maiúscula na UTM "quebra o GA4". É meia verdade. As regras de canal não diferenciam maiúsculas: Facebook com Paid_Social cai em Paid Social do mesmo jeito. O que quebra são os relatórios. Nas dimensões de origem, mídia e campanha, Facebook e facebook viram duas linhas, e a soma que você procura fica espalhada. Por isso o gerador começa em minúsculas, que é o padrão que o próprio Google recomenda.

    O nome da campanha também muda o canal

    Duas palavras no nome da campanha passam na frente da origem. Uma campanha que contém cross-network vai para o canal Cross-network. Uma que contém shopping, ou shop em nomes como black_shop e eshop_x, vai para Paid Shopping ou Organic Shopping, conforme a mídia. workshop escapa por um detalhe da regra.

    O selo do gerador faz exatamente essa conta, e é uma estimativa: a lista publicada é de 2023, a regra social pode reconhecer variações fora dela, e propriedades com grupo de canais personalizado seguem as próprias regras.

    Padrão de nomenclatura de UTM para o time inteiro

    UTM bagunçada não dá erro. Ela só vai empilhando linha duplicada até ninguém mais confiar no relatório. Um padrão curto resolve, desde que todo mundo use o mesmo:

    • Tudo minúsculo, sem acento e sem espaço. lancamento_maio, não Lançamento Maio. Acento vira %C3%A7 no link e espaço vira %20. Funciona, mas separa linhas quando alguém digita diferente. O modo snake_case do gerador faz a limpeza sozinho.
    • Um separador só. _ ou -, escolha um. black_friday e black-friday são campanhas diferentes para qualquer relatório.
    • Origem da lista do Google. facebook, instagram, google, youtube, tiktok. Nada de meta, insta ou facebook_ads.
    • Mídia de uma lista fechada. cpc para busca paga, paid_social para social pago, social para orgânico, email, affiliate, referral, video. Seis ou sete valores, escritos num lugar que o time consulta.
    • Campanha que diz o quê e quando. curso_x_lancamento_2026_05 se explica sozinha daqui a seis meses. campanha1 não.
    • Conteúdo que identifica a peça. story_dia_1, botao_topo, {{ad.id}}. É ele que responde qual criativo vendeu.
    • Nada de |, #, & ou ? nos valores. São caracteres com função na URL. O gerador codifica, mas o nome fica ilegível e ferramentas que dividem o valor por | se perdem.

    Sobre o padrão nome|id: é comum juntar nome e ID com barra vertical, tipo {{campaign.name}}|{{campaign.id}}. O ID tem lugar melhor. O da campanha vai no utm_id; o do anúncio vai sozinho no utm_content. Juntar os dois num valor só atrapalha qualquer ferramenta que precise de um ou de outro, e o Supreme é uma delas: o cruzamento de venda com anúncio da Meta precisa do id (ou do nome, com a atribuição em Nome do anúncio) sozinho no campo.

    UTM por canal: Meta, Google, TikTok, Instagram, WhatsApp e mais

    UTM no Meta Ads: parâmetros dinâmicos

    No Meta Ads (Facebook e Instagram), não monte um link por anúncio. Use os parâmetros dinâmicos: a Meta troca cada {{...}} pelo valor real no momento do clique. O padrão que funciona no GA4 e no Supreme:

    utm_source=facebook&utm_medium=paid_social&utm_campaign={{campaign.name}}&utm_term={{adset.name}}&utm_content={{ad.id}}

    Onde colar: no nível do anúncio, em Rastreamento → Parâmetros de URL, sem o ? do começo. No campo do site fica só o endereço da página. Se o link já tiver a mesma chave, o valor da Meta prevalece.

    Três detalhes que custam caro. {{campaign.name}} grava o nome da primeira publicação: renomeou depois, o valor continua o antigo. Chave simples ({campaign.name}) ou com espaço dentro não é reconhecida e chega escrita no relatório. E a Meta pede que nenhum parâmetro fique vazio.

    Deixe a mídia fixa. Com {{adset.name}} no utm_medium, o canal passa a depender do nome do conjunto: publico_frio vira Organic Social, e LAL_CPA vira Paid Social só porque contém cp. Quer separar Facebook de Instagram? utm_source={{site_source_name}} devolve fb ou ig, que estão na lista, mas também msg, an e th, que não estão e caem em Paid Other.

    Se você usa o Supreme com o Meta Ads conectado, o {{ad.id}} sozinho no utm_content cruza cada venda com o anúncio. Esse é o modo padrão; o {{ad.name}} também serve quando a atribuição do Meta Ads no Console está em Nome do anúncio. O passo a passo está em Conecte o Meta Ads ao seu Node.

    UTM no Google Ads e ValueTrack

    Com o auto-tagging do Google Ads ligado, cada clique leva um gclid e, por padrão, o GA4 usa os dados dele no lugar das UTMs. Para o GA4, a UTM vira quase decorativa; ela continua valendo para outras ferramentas que leem a URL, como o Supreme.

    Se for usar, o lugar é o Sufixo de URL final, que pode ficar na conta, na campanha, no grupo de anúncios ou no anúncio, com parâmetros ValueTrack como {keyword} e {creative}, que o Google troca pelo valor real no clique:

    utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_campaign=marca_sp&utm_term={keyword}&utm_content={creative}

    O Google não tem parâmetro dinâmico para o nome da campanha, então a campanha vai digitada. Se precisar do ID dela, {campaignid} existe, e o lugar dele é o utm_id. O {keyword} volta vazio em Performance Max, anúncios dinâmicos de pesquisa e AI Max. E nunca cole um gclid de um clique seu dentro de um link fixo: o GA4 passa a usar o auto-tagging no lugar das suas UTMs.

    TikTok Ads

    O TikTok usa macros no formato __NOME__:

    utm_source=tiktok&utm_medium=paid_social&utm_campaign=__CAMPAIGN_NAME__&utm_term=__AID_NAME__&utm_content=__CID__

    A pegadinha está nos nomes: __AID__ é o grupo de anúncios e __CID__ é o criativo. O próprio TikTok sugere o utm_term para o nome do grupo. Cole em Detalhes do anúncio → URL de destino → Editar → Parâmetros de URL. E evite # no destino: o TikTok descarta tudo o que vem depois dele.

    O preenchimento automático do TikTok usa TikTok / Paid: o canal sai certo (Paid Social), mas a maiúscula separa essas visitas das que chegam com tiktok.

    Instagram: bio e Stories

    Tráfego orgânico do Instagram com UTM: instagram / social, que dá Organic Social. O que faz diferença é o utm_content: um valor para o link da bio, outro para cada Story (story_lancamento_dia_1), outro para cada destaque. É isso que separa "veio do Instagram" de "veio do Story de terça". Se a bio aponta para uma página de links, coloque UTM em cada link dessa página também.

    UTM no WhatsApp

    Aqui mora uma confusão comum. A UTM funciona no link que você envia pelo WhatsApp e que abre o seu site: lista de transmissão, grupo, status. Use whatsapp / social (o whatsapp está na lista social do Google) e diferencie as mensagens pelo utm_content.

    Já a UTM num link wa.me, o que abre uma conversa, não chega a lugar nenhum: o WhatsApp só lê o número e o texto da mensagem. Anúncio de clique para o WhatsApp é outro caso: ele leva o próprio identificador de clique até a conversa, sem UTM. Se você quer a origem registrada no seu site antes da conversa, passe antes por uma página sua que tenha o botão do WhatsApp.

    E-mail

    newsletter / email dá Email. A regra do GA4 é exata: origem ou mídia precisa ser email, e-mail, e_mail ou e mail. newsletter / newsletter cai em Unassigned. Use a campanha para a edição (news_2026_09_24) e o conteúdo para o link (botao_topo, link_rodape).

    YouTube

    youtube / video dá Organic Video. Para anúncio pago no YouTube, youtube / cpc dá Paid Video. Use o utm_content para dizer onde está o link: descrição, comentário fixado, card.

    Afiliados e parceiros

    affiliate, no singular, é a mídia que leva ao canal Affiliates. affiliates, no plural, cai em Unassigned. Na origem, use o nome do parceiro (parceiro_joao) para saber quem vendeu. Em infoproduto há um detalhe a mais: na Kiwify, o afiliado não consegue colocar parâmetro na página de vendas, só src no link do checkout, e a Hotmart trabalha com sck e src. É o pulo para o checkout que decide se a origem chega até a venda.

    8 erros que jogam a venda em Direto, Unassigned ou no canal errado

    1. meta na origem. O link cai em Paid Other em vez de Paid Social. Não é Unassigned, mas some do canal onde você vai procurar.
    2. Mídia inventada. trafego, message, newsletter, affiliates. Se a origem também não estiver na lista do Google, a visita vai para Unassigned.
    3. Parâmetro dinâmico na mídia. Com {{adset.name}} em utm_medium, o canal muda conforme o nome do conjunto: Organic Social para uns, Paid Social para outros.
    4. UTM em link interno. Um banner da home com UTM apontando para a página de oferta dá à visita uma origem nova no meio do caminho, e a real, o anúncio ou o e-mail que trouxe a pessoa, se perde.
    5. Redirect que descarta a query string. Encurtador, domínio antigo redirecionando para o novo, página intermediária. A UTM morre antes de a página carregar, e o que sobra para classificar a visita é o referenciador, quando ele existe.
    6. UTM depois do #. Em site.com/#oferta?utm_source=..., tudo depois do # é fragmento. UTM no fragmento é um motivo clássico de UTM que não aparece no GA4. O gerador sempre coloca as UTMs antes do #.
    7. Destino wa.me. O WhatsApp só lê o número e o texto. A UTM não chega a lugar nenhum.
    8. Checkout em outro domínio sem passar a origem adiante. A visita tem UTM, a compra acontece na Hotmart ou na Kiwify, e a ligação entre as duas se perde no pulo. É o erro que pega justamente a venda.

    E um que não muda canal, mas bagunça tudo: maiúsculas misturadas, que fazem Facebook e facebook virarem linhas separadas.

    O que acontece com a UTM depois do clique

    A UTM só existe na URL da primeira página que a pessoa abre. Quem lê esses valores é o que estiver instalado ali: o GA4, o pixel, o Supreme. A plataforma de checkout só enxerga o que chegar no link dela. Entre o clique e a venda, três coisas apagam a origem com frequência: o redirect que descarta a query string, o checkout em outro domínio e o comprador que volta dias depois digitando o endereço.

    Um ponto a favor da UTM: na navegação privada, e em links abertos pelo Mail e pelo Mensagens, o Safari remove parâmetros de rastreamento conhecidos antes de abrir a página. A Apple não publica a lista, mas dá o parâmetro de campanha como exemplo do que é mantido; o que pode sumir é o ID de clique. Fora desses casos, as fontes divergem.

    O que o Supreme faz com ela

    O Supreme é uma infraestrutura de tracking que roda na sua hospedagem: o Node (o servidor de tracking) fica no seu servidor e o Console lê direto dele. A parte que importa aqui:

    • Guarda as UTMs da entrada na sessão de cada visitante, no seu servidor.
    • Segura a origem de quem volta: quem volta direto, no mesmo navegador, em até 7 dias depois de clicar num link com UTM herda a origem desse último clique.
    • Classifica o canal sozinho (Meta Ads, Google Ads, e-mail, social orgânico, afiliados), sem se importar com maiúsculas.
    • Liga a venda à visita: a venda que chega pela Hotmart, pela Kiwify ou pela Yampi é ligada à visita e às UTMs de quem comprou, quando o link do checkout sai da sua página. Com a integração da Hotmart ou da Kiwify ativa, as UTMs da página seguem junto para o link do checkout; valores só com números ficam de fora desse link.
    • Mostra o caminho: no Console você vê a origem de cada evento, de cada sessão e da jornada do visitante.

    E o que ele não faz: se um redirect apagou a UTM antes de a página carregar, não há o que ler. Nenhuma ferramenta recupera um dado que não chegou.

    Para começar, o Supreme precisa estar na página que recebe o clique: é o Loader. Se quiser ver onde as UTMs entram no formato de evento do Supreme, está em O payload canônico de evento.

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    Perguntas frequentes

    O que é UTM e para que serve?

    UTM é um conjunto de parâmetros que você adiciona ao fim de um link (utm_source, utm_medium, utm_campaign, utm_term e utm_content) para dizer de onde veio a visita. Quem clica não vê diferença. O GA4 e outras ferramentas de análise leem esses valores e mostram a origem, a mídia e a campanha de cada visita, o que permite comparar canais e saber qual ação trouxe resultado.

    Quais parâmetros UTM são obrigatórios?

    Para o GA4 decidir o canal, contam utm_source e utm_medium, e o construtor do próprio Google marca os dois como obrigatórios, junto com um nome ou ID de campanha. Neste gerador, origem, mídia e campanha são obrigatórios, porque a campanha é o que você vai filtrar depois. utm_term e utm_content são opcionais, mas o utm_content é o que diferencia um criativo do outro.

    Qual a diferença entre utm_source, utm_medium e utm_campaign?

    utm_source diz quem mandou o tráfego (facebook, google, newsletter). utm_medium diz como ele chegou (paid_social, cpc, email, social). utm_campaign diz qual ação ou oferta (lancamento_maio_2026). No GA4, origem e mídia juntas decidem o canal: facebook com paid_social vira Paid Social, e facebook com social vira Organic Social. A campanha agrupa tudo o que pertence à mesma ação, em qualquer canal.

    UTM diferencia maiúsculas de minúsculas?

    Diferencia nos relatórios, não no canal. As regras de canal do GA4 ignoram maiúsculas: Facebook com Paid_Social ainda cai em Paid Social. Mas nas dimensões de origem, mídia e campanha, Facebook e facebook viram linhas separadas, e planilhas e outras ferramentas também separam. O Google recomenda tudo em minúsculas, que é o padrão deste gerador. O modo snake_case também tira acentos e espaços.

    Por que meu anúncio aparece como "Paid Other", "Unassigned" ou "Direto" no GA4?

    Paid Other é mídia paga com uma origem fora das listas do Google, como utm_source=meta; use facebook ou instagram. Unassigned é quando nenhuma regra bate, em geral uma mídia que o GA4 não reconhece, como trafego ou affiliates no plural, com uma origem fora das listas. Direto (Direct) aparece quando a visita chega sem nenhuma informação de origem, como depois de um redirect que descartou a UTM.

    Como usar UTM no Meta Ads com parâmetros dinâmicos?

    No Gerenciador de Anúncios, no nível do anúncio, abra Rastreamento e cole em Parâmetros de URL, sem o ? no começo: utm_source=facebook&utm_medium=paid_social&utm_campaign={{campaign.name}}&utm_term={{adset.name}}&utm_content={{ad.id}}. A Meta troca cada {{...}} pelo valor real no clique. Use sempre chave dupla, não deixe parâmetro vazio e lembre que {{campaign.name}} guarda o nome da primeira publicação.

    Preciso de UTM no Google Ads se o auto-tagging (gclid) está ativo?

    Para o GA4, quase não: com o auto-tagging ligado, o GA4 usa por padrão os dados do gclid no lugar das UTMs. Para outras ferramentas que leem a URL, como o Supreme, a UTM continua valendo. Se for usar, coloque no Sufixo de URL final com {keyword} e {creative}, e digite o nome da campanha: o Google não tem parâmetro dinâmico para ele.

    Posso colocar UTM em links internos do meu site?

    Não. UTM em link interno, como um banner da home apontando para a página de oferta, dá à visita uma origem nova no meio do caminho, e a origem real, o anúncio ou o e-mail que trouxe a pessoa, se perde. UTM é para links que ficam fora do seu site: anúncios, e-mails, redes sociais, parceiros. Para medir cliques internos, use eventos.

    Como usar UTM no link da bio e nos Stories do Instagram?

    Use utm_source=instagram e utm_medium=social, que o GA4 classifica como Organic Social, e mude só o utm_content: um valor para a bio (link_na_bio) e um para cada Story (story_lancamento_dia_1). Se a bio aponta para uma página de links, coloque UTM em cada link dessa página. Assim o relatório separa o que veio da bio do que veio de cada Story.

    UTM funciona em link do WhatsApp (wa.me)?

    Depende da direção. No link que você envia pelo WhatsApp e que abre o seu site (lista de transmissão, grupo, status), funciona: use whatsapp como origem e social como mídia. Num link wa.me, que abre uma conversa, não funciona: o WhatsApp só lê o número e o texto, e a UTM não chega a nenhum analytics. Anúncio de clique para o WhatsApp leva o próprio identificador de clique até a conversa; para registrar a origem no seu site antes da conversa, passe antes por uma página sua com o botão do WhatsApp.

    Por que a UTM some no checkout da Hotmart ou da Kiwify?

    Porque o checkout roda em outro domínio. A UTM está na URL da sua página de vendas e só chega ao checkout se algo passar esses valores para o link do botão de compra. A Hotmart trabalha com sck e src, e a Kiwify aceita src, sck e utm_ no link do checkout. Com o Supreme na página e a integração da Hotmart ou da Kiwify ativa no seu Node, as UTMs seguem para o link do checkout, exceto valores só com números.

    O iPhone/Safari remove a UTM do link?

    Em regra, não. Na navegação privada, e em links abertos pelo Mail e pelo Mensagens, o Safari remove parâmetros de rastreamento conhecidos antes de abrir a página. A Apple não publica a lista, mas dá o parâmetro de campanha como exemplo do que é mantido. O que pode sumir é o ID de clique; fora desses casos, as fontes divergem. Alguns navegadores e extensões focados em privacidade removem UTMs também, então nenhum parâmetro é garantido em todos os casos.

    Vocês guardam os links que eu monto?

    Não. O link é montado no seu navegador, e nem ele nem os valores que você digita são enviados para a gente. Os últimos 20 links copiados ficam só no armazenamento local deste navegador, e você pode apagar quando quiser. O que a página mede, pelo mesmo tracking do Supreme que o resto do nosso site usa e ligado ao cookie deste navegador, é o uso do gerador: qual modelo você escolhe e qual botão de copiar ou de próximo passo você clica, com detalhes gerais como a formatação, o canal estimado no GA4 e quantos pontos de atenção o link tinha. O link, os valores que você digita e o seu histórico nunca são enviados.

    Leve a origem do clique até a venda.

    O Supreme guarda as UTMs de cada visita no seu servidor e liga a venda da Hotmart, da Kiwify ou da Yampi a elas, quando o link do checkout sai da sua página. Instale seu primeiro Node na hospedagem que você já tem.

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